Produto
Qualidade, embalagem, textura, preparo e possibilidades de consumo.
A Barão de Minas atua no mercado B2B e não vende diretamente ao consumidor final. Ainda assim, é justamente com quem gosta e consome pão de queijo que grande parte da comunicação digital procura criar reconhecimento, memória e afinidade.
O supermercado é o cliente. Mas quem encontra o produto na prateleira é uma pessoa.
Uma empresa B2B não precisa limitar sua comunicação aos compradores, distribuidores e supermercados.
Quando o consumidor conhece a Barão de Minas, reconhece o Barãozinho, acompanha suas publicações e cria simpatia pela marca, o produto deixa de ser apenas mais uma opção na prateleira.
Essa familiaridade pode transformar-se em preferência. E uma marca que o consumidor procura também passa a ter mais valor para quem a comercializa.
O produto permanece como protagonista, mas não precisa ser o único assunto. A marca pode participar da vida, da cultura, das datas e das conversas das pessoas.
Qualidade, embalagem, textura, preparo e possibilidades de consumo.
Natal, Páscoa, Festa Junina e momentos que fazem parte da vida das pessoas.
Homenagens criam proximidade com públicos das mais diferentes áreas.
Campanhas importantes ganham espaço sem serem transformadas em oportunidade comercial.
Situações leves aproximam o personagem e a marca das pessoas.
Brasil, Minas Gerais, gastronomia e temas relacionados ao universo da marca.
O produto inserido em novas ocasiões, combinações e experiências.
O Barãozinho abre um território praticamente ilimitado para histórias.
Um mascote transforma a marca em personagem. Ele pode reagir, comemorar, brincar, homenagear, participar de datas e protagonizar pequenas histórias sem depender permanentemente da embalagem.
O Barãozinho é mais do que uma ilustração. É um ativo de branding: pertence à marca, acumula reconhecimento e amplia enormemente as possibilidades criativas da comunicação.
A voz visual da marca e o elo entre produto, humor, datas e cotidiano.
Um elemento proprietário que permanece mesmo quando campanhas e formatos mudam.
Possibilidade de criar cenas, histórias, reações e situações impossíveis para a embalagem.
Aproxima a marca das pessoas sem precisar transformar cada contato em oferta.
Campanhas de conscientização ajudam a marca a participar de assuntos relevantes. O objetivo não é transformar causas em publicidade, mas utilizar sua presença para ampliar mensagens importantes.
Branco · saúde mental
Roxo · hanseníase
Roxo · lúpus, fibromialgia e Alzheimer
Laranja · leucemia
Azul · prevenção ao câncer colorretal
Verde · segurança no trabalho
Azul · conscientização sobre autismo
Amarelo · prevenção de acidentes de trânsito
Vermelho · doação de sangue
Laranja · anemia e leucemia
Amarelo · hepatites virais
Verde · câncer de cabeça e pescoço
Dourado · conscientização sobre aleitamento materno
Verde · doação de órgãos
Vermelho · coração
Amarelo · prevenção ao suicídio
Rosa · conscientização sobre câncer de mama
Azul · saúde masculina
Dourado · câncer infantojuvenil
Vermelho · HIV/AIDS
Laranja · câncer de pele
Datas tradicionais permitem colocar o personagem e a marca em contextos reconhecíveis, divertidos e afetivos — sem precisar transformar cada publicação em anúncio de produto.
Humor, encontros, família e situações que permitem inserir o Barãozinho na celebração.
Uma data conhecida por todos pode gerar conteúdos criativos mesmo sem relação direta com chocolate.
Gastronomia, cultura brasileira e um território visual especialmente rico para a marca.
Quando a data encontra diretamente o produto, a marca pode assumir protagonismo.
Campanhas de conscientização não devem ser tratadas como oportunidades comerciais. Setembro Amarelo, Outubro Rosa, Novembro Azul e outras causas importantes não precisam terminar em uma chamada para comprar pão de queijo.
A marca pode simplesmente reconhecer a importância da mensagem, usar sua visibilidade para amplificá-la e mostrar que sua presença digital também possui espaço para assuntos relevantes para a sociedade.
Médicos, professores, advogados, designers, motoristas, jornalistas, enfermeiros e tantas outras profissões possuem uma característica importante para a marca: todos são potenciais consumidores de pão de queijo.
A maior parte da pauta pode nascer de pesquisa, planejamento e acompanhamento de oportunidades. A equipe entra quando existem novidades específicas, lançamentos ou informações comerciais.
O calendário, as oportunidades e o universo da própria marca abastecem a produção continuamente, reduzindo a dependência da equipe interna para gerar conteúdo.
Calendário, acontecimentos, profissões, causas, gastronomia e oportunidades relacionadas ao público.
Nem toda data vira conteúdo. Escolhemos aquilo que realmente pode conversar com a marca.
A pauta é transformada em uma ideia, uma cena, uma campanha ou uma abordagem editorial.
Design, fotografia, ilustração, mascote, animação e inteligência artificial.
Texto e legenda adequados à personalidade, ao assunto e ao objetivo de cada publicação.
Adaptação e distribuição do conteúdo nos diferentes canais digitais da marca.
Na Barão de Minas, o conteúdo não precisa vender diretamente para quem está vendo a publicação. Seu papel é criar familiaridade, simpatia e reconhecimento para que a marca chegue mais forte ao momento em que o consumidor encontra o produto.
Datas, campanhas, humor, pão de queijo e Barãozinho funcionam como elementos de um mesmo sistema de comunicação.
A mesma identidade pode acomodar humor, informação, homenagem, conscientização e produto sem perder reconhecimento.
Para uma marca B2B, o conteúdo pode trabalhar antes da venda, construindo os ativos invisíveis que fazem diferença quando o consumidor finalmente encontra o produto.
Pesquisa, estratégia, conteúdo, design, mascotes, fotografia, animação e inteligência artificial trabalhando para construir reconhecimento, simpatia e valor de marca.